Seção 3o que provavelmente vão pedir
MVP Plus — pedidos previsíveis e o que cada um puxa
Quando o aplicativo estiver em campo, alguns pedidos são quase certos. Nenhum deles está
nos R$ 600 mil. Estão nomeados aqui para que a conversa aconteça com o custo à vista —
antes da execução, e não no meio dela.
+1
Registro fotográfico da visita
Foto da propriedade, do plantio ou do produto anexada ao cadastro. É o pedido mais provável de todos — e o que mais estressa o offline-first: puxa armazenamento no aparelho, compressão local e sincronização pesada em rede fraca, exatamente onde o produto não pode falhar.
PorteM
Puxastorage, compressão e custo de sync
+2
Confirmação do produtor na visita
Assinatura em tela ou código, comprovando que a visita ocorreu. Tecnicamente simples, mas a pergunta é o que essa confirmação significa juridicamente — e se virar foto ou biometria, entra tratamento de dado sensível. É decisão de LGPD antes de ser tela.
PorteP
Puxavalor probatório e base legal
+3
Relatório de visita exportável
Documento por visita ou por produtor, para anexar a processo. Barato no aplicativo; o custo real é de manutenção — cria expectativa de modelo oficial, que passa a precisar de versionamento sempre que a norma mudar.
PorteP
Puxaversionamento do modelo
+4
Exportação da base para planilha
O gestor vai querer cruzar com as ferramentas que já usa. O ponto sensível não é técnico: é o momento em que dado pessoal sai do sistema. Exige definir quem exporta o quê e registrar cada exportação.
PorteP
Puxaperfil de acesso e trilha de auditoria
+5
Painel de cobertura por agente
Quantas visitas, quanto do território coberto, por quem. A coordenação pede assim que vê o painel. Tecnicamente barato — e politicamente o mais delicado dos sete: vira instrumento de avaliação de pessoas, e isso muda a relação do agente com o aplicativo, que é justamente de quem depende a qualidade do dado.
PorteP
Puxaefeito sobre a adoção pelo agente
+6
Perfil de leitura para a coordenação
Login somente-leitura para quem coordena o programa — distinto do acesso do ente e da escola, que é Fase 2. Exige modelo de papéis com escopo por território, o que é justamente o tipo de decisão que sai barata se tomada no início.
PorteP
Puxamodelo de papéis e escopo territorial
+7
Cadastro de organização produtiva
Cooperativa ou associação, com vínculo dos associados — porque a venda ao PNAE é majoritariamente coletiva, e a norma valida aptidão também no nível da organização. Este é o único dos sete que não é incremento: muda o modelo de dados de "produtor" para "produtor e organização".
PorteG
Puxamudança no modelo de dados
Como ler esta seção. Os seis primeiros são incrementos sobre a superfície que a Fase 1 já entrega — cabem numa negociação de escopo ou num aditivo pequeno, sem reabrir a arquitetura. O sétimo não: ele muda o modelo de dados, e por isso é o único que preferimos decidir antes de começar, não durante.